Glossário de trading de criptomoedas em linguagem direta — todos os termos que aparecem no DEGEN.TERMINAL e na DEGEN ACADEMY: de liquidações e funding a order blocks, valor esperado e aversão à perda. De graça e sem o economês que ninguém te explica.
Dados de mercado
Alavancagem — A alavancagem é capital emprestado que multiplica o tamanho de uma posição em relação ao dinheiro do próprio trader. Ela amplifica tanto os ganhos quanto as perdas e, principalmente, encurta a distância até a liquidação — então, com alavancagem alta, uma correção normal pode zerar a posição antes de a ideia ter tempo de funcionar.
Altseason (temporada de altcoins) — A altseason é um período em que as altcoins, no geral, rendem mais que o Bitcoin. Costuma ser medida como a fatia das principais moedas que superam o retorno do Bitcoin numa janela de, por exemplo, 30 ou 90 dias. As altseasons tendem a vir depois da força do Bitcoin e de um maior apetite por risco, e normalmente coincidem com uma queda da dominância do Bitcoin.
Capitalização de mercado — A capitalização de mercado é o preço atual de uma moeda multiplicado pelo seu fornecimento em circulação — uma medida aproximada do tamanho total dela. Serve para ranquear moedas e estimar quanto capital seria necessário para movê-la. Preço baixo não significa "barato": uma moeda com um fornecimento enorme pode ter uma capitalização gigante.
Comprado e vendido (long/short) — Ficar comprado (long) é apostar que o preço vai subir; ficar vendido (short) é apostar que vai cair. Em derivativos, um short é aberto vendendo um contrato que você não tem para recomprá-lo depois. O equilíbrio entre comprados e vendidos, e onde estão os stops deles, é um dos grandes motores dos movimentos de curto prazo.
Contratos em aberto (OI) — Os contratos em aberto (open interest, OI) são o número total de contratos de derivativos abertos neste momento — uma medida de quanto dinheiro está no mercado. Um OI subindo junto com o preço significa que entra dinheiro novo e o movimento é real; um OI subindo enquanto o preço cai significa que novos vendidos estão se amontoando; um OI caindo geralmente indica que posições estão sendo fechadas e o movimento está perdendo gás.
Dominância do Bitcoin — A dominância do Bitcoin é a fatia do Bitcoin na capitalização total do mercado cripto, mostrada em porcentagem. Uma dominância em alta significa que o capital está girando para o Bitcoin (muitas vezes no medo); uma dominância em queda costuma sinalizar uma "altseason", em que as altcoins rendem mais. É uma leitura rápida de para onde o dinheiro está fluindo no mercado.
Futuros perpétuos (perps) — Um futuro perpétuo (ou "perp") é um contrato de derivativos que acompanha o preço de um ativo mas nunca vence. No lugar de uma data de liquidação, ele usa uma taxa de funding para manter o preço colado ao preço à vista. Os perps dominam o volume de trading cripto e são onde acontece quase toda a alavancagem, o funding e as liquidações.
Índice de Medo e Ganância — O Índice de Medo e Ganância cripto é um termômetro de sentimento que vai de 0 (medo extremo) a 100 (ganância extrema), montado a partir de volatilidade, momentum, redes sociais e outros dados. O medo extremo pode marcar fundos de capitulação e a ganância extrema, topos de euforia, então os contrarians olham os extremos, não o meio.
Liquidação — Uma liquidação é o fechamento forçado de uma posição alavancada quando o trader fica sem margem: a corretora a fecha a preço de mercado automaticamente. Liquidações de comprados (long) geram venda forçada (empurram o preço para baixo); as de vendidos (short) geram compra forçada (empurram o preço para cima). Como cada liquidação leva o preço até mais liquidações, elas se encadeiam em cascata — por isso a cripto consegue cair ou disparar vários por cento em minutos.
Long squeeze (esmagamento de comprados) — Um long squeeze é uma queda brusca causada por comprados sobrealavancados sendo liquidados. À medida que o preço cai em direção a um aglomerado de níveis de liquidação de long, a venda forçada empurra o preço para baixo e dispara mais liquidações de long. É a imagem espelhada de um short squeeze e é comum depois de períodos de posicionamento ganancioso e muito carregado em long.
Mercado à vista (spot) — O mercado à vista (spot) é onde você compra ou vende o ativo de verdade com entrega imediata, ao preço atual, sem alavancagem nem vencimento. Ele se contrapõe aos derivativos como os futuros perpétuos. A pressão de compra e venda no à vista é a base da oferta e da demanda "reais" de uma moeda.
Short squeeze (esmagamento de vendidos) — Um short squeeze é uma alta brusca causada por vendidos forçados a recomprar suas posições. Quando o preço sobe em direção a um aglomerado de liquidações de short, essa compra forçada empurra o preço ainda mais para cima e dispara mais liquidações de short em cascata. Um funding bem negativo e contratos em aberto elevados são o combustível clássico de um squeeze.
Slippage (derrapagem) — O slippage é a diferença entre o preço que você esperava e o preço que de fato saiu quando uma ordem é executada. Ele cresce em mercados rápidos ou com pouca liquidez e em ordens grandes, e é um dos motivos pelos quais uma ordem a mercado durante a volatilidade pode ser executada longe do último preço registrado.
Taxa de funding (funding) — O funding é um pagamento periódico entre traders comprados e vendidos que mantém o preço de um contrato futuro perpétuo colado ao preço à vista. Funding positivo significa que os comprados pagam aos vendidos (a galera está carregada em long); funding negativo, que os vendidos pagam aos comprados. Um funding extremo sinaliza posicionamento amontoado de um lado só, o que costuma anteceder um squeeze na direção contrária.
Método e gráficos
Acumulação de Wyckoff — A acumulação de Wyckoff descreve como os grandes players montam posições sem chamar atenção num fundo de mercado, numa sequência que se repete: um clímax de venda, um rally automático, um teste secundário, um Spring opcional (uma última caça aos stops abaixo da mínima), um último ponto de suporte e, enfim, um sinal de força. Reconhecer a fase ajuda o trader a distinguir um fundo de verdade de uma pausa passageira.
Candle (vela) — Um candle resume o preço de um período com quatro valores: abertura, máxima, mínima e fechamento. O corpo mostra o intervalo de abertura até o fechamento (quem ganhou o período) e os pavios, os extremos que foram rejeitados. Um candle é informação, não um sinal — o significado vem de onde ele se forma, por exemplo num nível-chave.
CVD — O CVD (delta de volume acumulado) registra a compra agressiva menos a venda agressiva, acumulada ao longo do tempo, para revelar quem está realmente no comando. Um preço subindo enquanto o CVD cai avisa de uma alta que está sendo vendida sem alarde; um preço caindo enquanto o CVD sobe pode sinalizar acumulação escondida — uma pista útil de reversão, mas o CVD é um proxy agregado e dependente da corretora, então use com confluência. Numa varredura, um salto brusco do CVD reforça que o movimento é genuíno.
Estrutura de mercado — A estrutura de mercado é a sequência de topos e fundos relevantes que define uma tendência: topos mais altos e fundos mais altos é uma tendência de alta; topos mais baixos e fundos mais baixos, uma de baixa; sem uma sequência clara, é lateralização. A estrutura se lê com candles fechados, não com pavios, e a estrutura do tempo gráfico maior manda sobre a do menor.
Fair value gap (FVG / desequilíbrio) — Um fair value gap (FVG) é um desequilíbrio deixado por um movimento violento, definido como o vão entre a máxima do primeiro candle e a mínima do terceiro (ou vice-versa). Os mercados tendem a voltar e "preencher" esses vãos, então um FVG não preenchido pode agir como ímã e como zona de reação. Combina muito bem com um order block no mesmo nível.
MACD — O MACD (convergência/divergência de médias móveis) é um indicador de momentum construído a partir da diferença entre duas médias móveis, mais uma linha de sinal e um histograma. Os cruzamentos e a virada do histograma são usados para detectar mudanças de momentum. Como todo indicador, ele atrasa em relação ao preço e funciona melhor como confirmação do que como sinal sozinho.
Mudança de caráter (ChoCH) — Uma mudança de caráter (ChoCH) é o primeiro rompimento de estrutura contra a tendência vigente — um aviso antecipado de que o momentum pode estar virando. Um ChoCH sozinho não é uma reversão confirmada; o normal é esperar um novo fundo mais alto (ou topo mais baixo) e depois um rompimento de estrutura na nova direção antes de confiar nele.
Order block (bloco de ordens) — Um order block é o último candle de direção contrária antes de um movimento impulsivo forte — um order block de alta é o último candle de baixa antes de uma alta brusca. Ele marca a zona onde um grande player provavelmente executou uma ordem de tamanho, por isso o preço costuma reagir de novo ali ao voltar. Order blocks intactos numa zona de desconto são considerados os mais confiáveis.
Perfil de volume e POC — Um perfil de volume mostra quanto volume foi negociado em cada preço, em vez de ao longo do tempo. O Ponto de Controle (POC) é o preço com mais volume — o ímã mais forte do gráfico — e a Área de Valor concentra cerca de 70% do volume. As zonas de baixo volume tendem a ser cruzadas rápido, enquanto as de alto volume agem como suporte e resistência fortes.
Premium e desconto — Dividir um intervalo de preço no seu ponto médio (50%) define o premium (a metade de cima, "caro") e o desconto (a metade de baixo, "barato"). Um viés disciplinado comum é procurar compras só na zona de desconto e vendas só na de premium, melhorando a relação retorno/risco das entradas. As zonas dependem de qual intervalo você mede.
Rompimento de estrutura (BOS) — Um rompimento de estrutura (BOS) acontece quando o preço rompe um ponto relevante na direção da tendência vigente, confirmando a continuação. Numa tendência de alta, romper o topo anterior é um BOS de alta. É diferente de uma mudança de caráter (ChoCH), que rompe contra a tendência e sugere uma reversão em vez de continuação.
RSI — O RSI (índice de força relativa) é um oscilador de momentum de 0 a 100 que mede a velocidade e o tamanho das variações recentes de preço. Leituras acima de 70 costumam ser chamadas de sobrecompra e abaixo de 30, de sobrevenda, mas em tendências fortes o RSI pode ficar no extremo por muito tempo. O sinal mais útil dele é a divergência — quando o preço e o RSI não combinam.
Suporte e resistência — O suporte é uma zona de preço onde a compra entrou de forma repetida; a resistência, uma zona onde a venda fez isso. São áreas, não linhas exatas, e a força delas vem do número de fatores independentes que apontam para elas. Quando um suporte é rompido, costuma virar resistência, e vice-versa — a chamada inversão de papéis.
Topos e fundos iguais (EQH/EQL) — Os topos iguais (EQH) e os fundos iguais (EQL) são dois ou mais pontos relevantes quase no mesmo preço. Por serem óbvios, os stops se amontoam logo além deles, formando poças de liquidez que os players maiores atacam com uma varredura. Um aglomerado de stops acima do preço pode ser combustível para subir; um abaixo, para cair.
Varredura de liquidez (liquidity sweep) — Uma varredura de liquidez (liquidity sweep) acontece quando o preço fura um nível óbvio — como topos ou fundos iguais — para disparar os stops acumulados ali, e logo reverte de volta. Os grandes players usam esses stops como a liquidez de que precisam para executar as próprias ordens, então o movimento real costuma começar depois da varredura, não antes. O fluxo de ordens (CVD) ajuda a distinguir uma varredura genuína de um rompimento falso.
VWAP — O VWAP (preço médio ponderado por volume) é o preço médio de um período ponderado pelo volume, então reflete onde a maior parte do trading de fato aconteceu. As instituições o usam como referência de preço justo para executar, o que faz com que ele atue como ímã e como suporte/resistência dinâmico. Um VWAP ancorado parte de um evento escolhido, como uma máxima ou mínima importante.
Risco e estatística
Critério de Kelly — O critério de Kelly é uma fórmula para o tamanho de posição que maximiza o crescimento no longo prazo dada a sua vantagem e a sua relação retorno/risco. O Kelly cheio é agressivo demais na prática, porque pequenos erros ao estimar a probabilidade de ganhar podem detonar uma conta, então os traders usam uma fração (meio Kelly ou menos) e limitam cada operação a uns poucos por cento do capital.
Dimensionamento de posição (sizing) — Dimensionar a posição é decidir quanto capital — e, portanto, quanto risco — colocar numa operação. A regra mais ensinada é arriscar só 1–2% da conta por operação, para que nenhuma perda ou sequência perdedora cause dano permanente. O sizing, e não as entradas, é o que mais costuma separar os traders que sobrevivem dos que detonam a conta.
Drawdown (rebaixamento) — Um drawdown é a queda de um pico do valor da conta até o vale seguinte, normalmente em porcentagem. A recuperação não é linear: um drawdown de 30% exige um ganho de 42,9% para voltar ao zero a zero, e um de 50% precisa de 100%. Manter o drawdown máximo baixo (muitas vezes abaixo de 20%) é um objetivo central da gestão de risco.
Expoente de Hurst — O expoente de Hurst é uma medida estatística de se uma série de preços tende ou reverte à média. Valores acima de 0,5 indicam comportamento de tendência, em torno de 0,5 indicam aleatoriedade e abaixo de 0,5 indicam reversão à média. Os traders o usam como filtro para decidir se o regime atual combina mais com seguir a tendência ou operar contra ela.
Fator de lucro — O fator de lucro é o lucro bruto dividido pela perda bruta num conjunto de operações. Um valor acima de 1,0 significa que a estratégia é lucrativa no líquido, e acima de cerca de 1,5 sugere uma vantagem genuína e duradoura. É um dos números isolados mais simples para julgar se uma estratégia realmente funciona.
Índice de Sharpe — O índice de Sharpe mede o retorno por unidade de risco total (volatilidade). Um Sharpe mais alto significa retornos mais suaves e eficientes; acima de 1,0 costuma ser considerado sólido. Como ele penaliza toda a volatilidade, inclusive a de alta, pode subestimar estratégias que têm operações vencedoras grandes.
Índice de Sortino — O índice de Sortino é um refinamento do índice de Sharpe que só penaliza a volatilidade de baixa, não as grandes operações vencedoras. Para estratégias de trading com retornos assimétricos e de alta relação retorno/risco, ele costuma ser mais informativo que o Sharpe, porque premia em vez de punir os ganhos grandes.
Relação retorno/risco (R:R) — A relação retorno/risco compara quanto você pode ganhar contra quanto arrisca numa operação. A 1:2 você arrisca uma unidade para ganhar duas. Quanto maior a relação, menor o win rate de que você precisa para empatar — o win rate de equilíbrio é 1 ÷ (1 + R:R), então uma operação 1:2 só precisa acertar cerca de 33% das vezes.
Stop (stop-loss) — Um stop (stop-loss) é uma saída pré-definida que fecha uma operação assim que o preço atinge um nível onde a ideia original é invalidada — não uma porcentagem qualquer. Ele deve ser colocado na abertura da operação e nunca movido contra a posição. Mover ou tirar os stops é um dos hábitos mais caros do trading.
Take-profit (realização) — Um take-profit é uma saída pré-definida que fecha parte ou toda uma posição assim que o preço atinge um alvo. Muitos traders saem em partes — realizam um lucro parcial num primeiro alvo e movem o stop para o zero a zero — para travar ganhos deixando espaço para um movimento maior. Decidir os alvos antes de entrar tira a emoção da saída.
Valor esperado (EV) — O valor esperado é o lucro ou prejuízo médio de uma operação ao longo de muitas repetições: EV = probabilidade de ganhar × retorno − probabilidade de perder × risco. Uma estratégia com EV positivo ganha dinheiro com o tempo, mesmo perdendo operações individuais. É a única métrica que determina a lucratividade no longo prazo, por isso um win rate baixo ainda pode ser bem lucrativo com uma relação retorno/risco grande o bastante.
Win rate (taxa de acerto) — O win rate é a porcentagem de operações que fecham no lucro. Sozinho, ele engana: um win rate de 70% pode perder dinheiro se as perdedoras forem grandes, enquanto um de 35% pode ser bem lucrativo com uma relação retorno/risco alta. Sempre leia o win rate junto com a relação retorno/risco e o valor esperado.
Psicologia do mercado
Aversão à perda — A aversão à perda é o viés cognitivo pelo qual a dor de uma perda pesa muito mais que o prazer de um ganho equivalente — os estudos a colocam em torno de 2,25 vezes. No trading, ela faz a pessoa segurar posições perdedoras tempo demais (para fugir da dor de realizar a perda) e fechar as vencedoras cedo demais, que é exatamente o contrário do certo.
Ciclo de emoções do mercado — O ciclo de emoções do mercado é o arco que se repete no sentimento da multidão e move o preço: otimismo, empolgação, euforia (o topo, risco financeiro máximo), depois ansiedade, negação, pânico e capitulação (o fundo, oportunidade máxima), seguidos de descrença e esperança. O dinheiro esperto tende a vender na euforia e a comprar na capitulação.
Efeito disposição — O efeito disposição é a tendência bem documentada de vender as posições vencedoras cedo demais e segurar as perdedoras tempo demais. Ele é movido pela aversão à perda e pela vontade de estar certo, e transforma silenciosamente uma estratégia neutra numa perdedora. A solução é deixar o mercado, e não as suas emoções, decidir as saídas.
FOMO — O FOMO — medo de ficar de fora (Fear Of Missing Out) — é o impulso de pular para dentro de um movimento que já está andando porque ver ele ir embora sem você fica insuportável. Costuma colocar o trader perto do topo, logo antes de uma correção. A sensação de urgência é, por si só, um antissinal: quanto mais urgente uma operação parece, pior ela costuma ser.
Reflexividade — A reflexividade, um conceito de George Soros, é o ciclo de retroalimentação em que as crenças dos participantes mudam a própria realidade que eles observam: preços em alta atraem compradores, o que empurra os preços para cima e reforça a crença. O ciclo acaba se rompendo quando a narrativa fica sem compradores novos e a realidade não confirma as expectativas — muitas vezes de forma violenta.
Teoria do prospecto — A teoria do prospecto, de Kahneman e Tversky, descreve como as pessoas de fato avaliam decisões sob risco: as perdas pesam mais que os ganhos, as decisões são tomadas em relação a um ponto de referência (como o seu preço de entrada) e as pequenas probabilidades são supervalorizadas. Ela explica muitos erros de trading, como cortar as vencedoras e apostar para evitar uma perda certa.
Perguntas frequentes
O que é o glossário do DEGEN.TERMINAL?
Um dicionário gratuito de trading de criptomoedas e termos de mercado em linguagem direta: dados de derivativos (liquidações, funding, contratos em aberto), gráficos e método (order blocks, varreduras de liquidez, Wyckoff), risco e estatística (valor esperado, critério de Kelly, drawdown) e psicologia do trading. Só educação, não é consultoria financeira.